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Consultório em Windows Forms, com C# e SQL Server – Parte 17

Olá pessoal, depois de mais uma longa pausa voltaremos a dar continuidade à série de artigos do Consultório em Windows Forms. Se você não viu as 16 partes anteriores, recomendo que as veja clicando aqui.

Nesta parte será codificado o método ConfigurarRelatorio, criado na parte 16 e serão feitos os testes práticos, abrindo o relatório de acordo com a opção escolhida pelo usuário.

Relembrando, estamos criando um formulário que será o preview de todos os relatórios do sistema, dessa forma devemos indicar a fonte de dados de cada relatório específico, de acordo com o parâmetro passado pelo usuário ao formulário.

Antes de qualquer coisa devemos criar dois novos relatórios, para a Listagem e para a Ficha de Pacientes. Você deve estar se perguntando o porquê disso, visto que já temos relatórios para isso. A questão é que os relatórios existentes utilizam o DataSet antigo, de consulta, que usávamos nas partes anteriores. Como mudamos para o DataSet de Relatórios é necessário criar novos ReportViewer e adicionar as colunas deste DataSet.

A Figura 01 ilustra a View de Paciente que iremos usar nos novos relatórios, que se chamarão, respectivamente, rptListagemPacientes e rptFichaPacientes. O design deles continuarão idênticos aos dos relatórios antigos.

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Consultório em Windows Forms, com C# e SQL Server – Parte 16

Olá pessoal, nesta parte daremos continuidade a nossa série de artigos do Consultório em Windows Forms. Se você não viu as 15 partes anteriores, recomendo que as veja clicando aqui. Nesta parte iremos criar outro DataSet para dividirmos os Cadastros e Consultas já existentes dos Relatórios, que irão conter Visões (Views) de nossos dados que iremos criar no SQL Server, para assim exibirmos em nosso Relatório. Acompanhem:

Views – A View pode ser definida como uma tabela virtual composta por linhas e colunas de dados, vindos de tabelas relacionadas em uma query (um agrupamento de SELECT’s, por exemplo) que define a View. As linhas e colunas da View são geradas dinamicamente no momento em que é feita uma referência a ela.

 Para saber mais sobre as Views recomendo fortemente a leitura da parte 2 do Curso Avançado de SQL Server que publico periodicamente no blog, e que pode ser vista clicando aqui.

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Exemplo Prático – Classes Abstratas: Programação Orientada a Objetos – Parte 2

Olá pessoal, neste artigo veremos um exemplo prático com Classes Abstratas. Acompanhem:

Crie um projeto do tipo ConsoleApplication, dando a ele o nome ExemploClassesAbstratas.

Poderíamos criar as classes direto no arquivo Program.cs, gerado automaticamente pelo Visual Studio e que contém o método Main, que define o ponto de entrada de nossa aplicação.

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Conceitos – Classes Abstratas: Programação Orientada a Objetos – Parte 1

Olá pessoal, neste artigo veremos os conceitos sobre Classes Abstratas. Acompanhem:

As classes abstratas são as que não permitem realizar qualquer tipo de instância. São classes feitas especialmente para serem modelos para suas classes derivadas. As classes derivadas, via de regra, deverão sobrescrever os métodos para realizar a implementação dos mesmos. As classes derivadas das classes abstratas são conhecidas como classes concretas.

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Conceitos e Exemplos – Virtual, Override e Modificador Sealed: Estrutura da Linguagem

Olá pessoal, neste artigo veremos os conceitos e exemplos das palavras-chave Virtual e Override e veremos também sobre o modificador Sealed. Acompanhem:

Virtual e Override – Com o uso da palavra-chave virtual (destinada a métodos, propriedades, indexadores e eventos), determinamos que um membro pode ser sobrescrito em uma classe filha. Por sua vez, usando a palavra-chave override determinamos que na classe derivada, um membro virtual da classe base pode ser sobrescrito.

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